POEMA / ÁLVARO FARIA
"Surgiu como surgem
as fadas
que andam pelo quarto
a olhar os espelhos.
Bailarina de mim,
estendeu-me a mão
como se numa valsa.
Sonhou comigo
meus sonhos
impossíveis de sonhar.
Depois saiu
sem que eu percebesse
com o perfume
do seu balé,
no que nunca foi,
no que nunca é"
Pensem nisso enquanto eu vos digo até amanhã.
quarta-feira, 29 de agosto de 2018
Assinar:
Postar comentários (Atom)
FEMINICIDIO : O ASSASSINATO DE MULHERES
O Feminicidio que galope solto na sociedade brasileira é um assunto que toda sociedade deve estar imbuído de combater. Os governos tanto Fed...
-
O clube GRÊMIO FERROVIÁRIO APOLO de Cacequi fez parte da história da cidade de CACEQUI,com certeza está na história de muitos cidadãos da te...
-
As vezes fico pensando como será meu último ato, o último olhar desse caminho ....o último sol, a última lua, as últimas estrelas, o último ...
-
Lembrar dos tempos bons de nossas vidas seja em qual momento... período, é um filme gostoso que passa em nossas lembranças. Iss...
Nenhum comentário:
Postar um comentário