quarta-feira, 29 de agosto de 2018

POESIA NO BLOG

POEMA / ÁLVARO FARIA "Surgiu como surgem as fadas que andam pelo quarto a olhar os espelhos. Bailarina de mim, estendeu-me a mão como se numa valsa. Sonhou comigo meus sonhos impossíveis de sonhar. Depois saiu sem que eu percebesse com o perfume do seu balé, no que nunca foi, no que nunca é"

Pensem nisso enquanto eu vos digo até amanhã.

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