Nós temos em cada um de nós aquilo que chamamos de verdades, as nossas verdades, os nossos porões, as nossas gavetas que a só nós interessam, quando muitas vezes estamos com nós mesmos nós a abrimos para nós e ficamos em
nós fazendo reflexões de tudo aquilo que existem em nosso mundo que é nosso e essas reflexões
encontram-se sedimentadas em nós, muitas vezes querendo sair, se libertar e voar.
Nossas gavetas na maioria das vezes é nosso refúgio
que sempre vamos lá em sua procura, para nos acalmar, ou não, porque ou medos, ou receios de
essas gavetas fugirem de nós.
Somos assim, temos em nós, nossos segredos, nossos
sonhos, nossas verdades, nossas angústias que deixamos em nossas gavetas, que ficam a qualquer momento na possibilidade de fugirem e alçar seus vôos.
Somos sim um pouco de mistura de muitos medos, ou achamos que são medos, talvez lá no fundo, esse medo que temos, seja de não querermos viver
a plenitude da vida em toda a sua extensão.
Que possamos sim termos nossas gavetas mas que não percamos a capacidade de viver à vida em todo o seu esplendor.
Pensem nisso, enquanto eu vos digo até amanhã.
domingo, 21 de setembro de 2014
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